CIENTÍFICA - A ESCOVA DENTAL EVOLUÍDA

CIENTÍFICA - A ESCOVA DENTAL


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Este NOVO INSTRUMENTO de HIGIENE BUCAL
não tem CERDAS e nem EMENDAS, è LEVE e mais EFICAZ na limpeza dos DENTES. É MASSAGEADOR da GENGIVA porque as HASTILHAS são mais suaves do que as cerdas de nylon das escovas comuns e seguramente ANTIGERME por que não têm emendas.

A Escova Científica desenvolvida pelo Prof. Dr. Pedro Bignelli (Docente da USP), possui características únicas no mercado, por ser totalmente flexível e antigerme
- composta por polímeros termoplásticos de baixa densidade injetadas, não retém colônias de bactérias entre as cerdas e são fáceis de lavar e secar.

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DURABILIDADE

É a mesma das escovas comuns;de 2 a 3 meses, quando corretamente usada.Nas escovas comuns as cerdas de nylon, quando entortam para fora, perdem a eficiência.As hastilhas podem encurvar a ponta, mas a eficiência continua.

A EFICIÊNCIA
Foi comprovada em trabalhos de Pesquisa nas Faculdades de Odontologia de Baurú e Ribeirao Preto- USP.

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HASTILHAS
Substituta das cerdas de nylon, são macias e flexíveis, penetram entre os dentes e no sulco gengival retirando as bactérias e, ao mesmo tempo, MASSAGEANDO A GENGIVA.

PARTE ATIVA
Onde se projetam as HASTILHAS, sem emendas, sendo por isso, seguramente, ANTIGERME
.

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COLO FLEXÍVEL

É amortecedor da da força de escovação e EVITA DESGASTE DOS DENTES E RETRAÇÃO GENGIVA.

CABO ANATÔMICO
Facilita o MOVIMENTO ROTATÓRIO das técnicas de escovação, o que é mais difícil com o cabo achatado das escovas comuns.

PÚBLICO ALVO
Atendem exigências ortodônticas, fonoaudiológicas, odontopediátricas e portadores de deficiências motoras e mentais e é cumpre às especificações do sistema carcerário por ser a única a não se transformar em arma.


CIENTÍFICA BABY - A ESCOVA DO BEBÊ

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Dificilmente escovas específicas para bebês são encontradas no mercado. Assim mesmo, quando melhor observada, a maioria, apesar dos cuidados de fabricação e boa intenção no propósito, não vão além de pequenas variações das escovas infantis.

A escova do bebê agora criada é inteiramente nova no formato, desempenho e segurança. Foi desenvolvida sob forte embasamento científico. Nova, eficiente e acima de tudo SEGURA.

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A parte ativa, aquela que vai na boca (é a parte mais importante de uma escova), contém as maiores inovações. Foi inteiramente criada com base em estudos craniométicos (anatomia), onde as dimensões da "cabeça da escova" (ou melhor, parte ativa) atendem às medidas de profundidade da cavidade bucal do bebê (recém-nascido) até idade estabelecida evitando e impedindo "acidentais e perigosas introduções do instrumento".

O material utilizado, é polímero atóxico, de extrema suavidade, e flexibilidade, tal como exige a delicada mucosa da boquinha do bebê. As hastilhas (substitutas das, algumas vezes, duras cerdas de nylon) são verdadeiras pirâmides triangulares que massageiam e proporcionam "limpeza extra" sem exigir o desconfortável aumento no rigor (atrito) da escovação. Além de macias e flexíveis existem ainda profundas inovações em outros detalhes, como um dispositivo de SEGURANÇA, o LIMITADOR de profundidade.

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Isto tranqüiliza o operador (mãe ou babá), afastando o receio de uma introdução exagerada do instrumento de limpeza na garganta do bebê, o que poderia ser desastroso.

A Científica Baby exibe também - colo flexível (porção do instrumento que fica entre o cabo e a parte ativa) e que funciona como "amortecedor "da força exagerada na escovação. Cabo com suave textura no dorso; em cores cítricas e fluorescentes são bastante atraentes.

Tratando-se de um instrumento de higiene bucal do bebê onde tudo precisa ser muito "limpo e antigerme", foi optado, na produção da Científica Baby, o revolucionário processo de fabricação em monobloco (uma única peça sem emendas) porque em trabalho de pesquisa científica sobre "contaminação de escovas dentais", foi aquele que se mostrou seguramente " antigerme". Entretanto, convém observar que a Científica Baby não poderá ser fervida ou escaldada. Apenas bem lavadas secas e guardadas em lugar arejado, as escovas poderão ser esterilizadas em soluções químicas, conforme indicação do médico pediatra.

O bebê de mais ou menos quatro meses, apesar de não ter dentinhos, já deverá estar se familiarizando com a higiene bucal, vendo os pais executarem a escovação diária. Se a gengiva do bebê for tocada com a escovação, estará sendo iniciado no bebê, o esperado hábito de higiene bucal, segundo especialistas na área de psicologia. Com base em tais informações, criamos a dupla de escovinhas. A menor é para o bebê "fazer sua higiene bucal" e a de cabo maior é para mamãe "corrigir a escovação". A, técnica completa do uso correto da Científica Baby é resumidamente o que segue:

1º Fase - Mamãe, quando for escovar seus dentes faça-o de maneira que o seu bebê veja. Isto servirá de exemplo para ele. Ao enxaguar a boca faça-o com bastante evidência. Seu bebê estará aprendendo...
2º Fase - Ao Escovar novamente seus dentes, dê ao bebê a escova Científica Baby (cabo menor - sem dentifrício). Escove normalmente seus dentes. Deixe seu Bebê imitá-la realizando sua higiene bucal".
3º Fase - Corrija a "escovação" realizada pelo bebê utilizando para isso a Científica Baby (cabo longo), higienizando cuidadosamente tudo o que for possível tocar - Gengiva, língua e dentinhos (se tiver). Não tem perigo algum pois a escova é extremamente suave.

Segurança - as escovas Científica Baby possuem um limitador de profundidade que impede a introdução excessiva da escova na boca do bebê. Com o aparecimento dos primeiros dentinhos, obrigatoriamente deve ser realizada pelo menos uma vez por dia, a escovação cuidadosa dos mesmos. Finalmente, espera-se como benefício, além da higiene bucal do bebê, a criação de um hábito de higiene bucal, o mais cedo possível. Evitando cenas como estas que, todos os pais conhecem.


Escova Baby II:

Pesquisa realizada na Universidade de São Paulo - Faculdade de Ciências Farmacêuticas e Faculdade de Odontologia (Ribeirão Preto)


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CIENTÍFICA BOCÃO: Escova de Dente Para Cães e Gatos

A Dental Line criou a primeira escova de dente do Brasil exclusiva para cães e gatos.
O novo aparato, que tem nome de ''Bocão'', é o primeiro de uso específico para veterinária. Nos EUA existe uma escova veterinária, mas muito parecida com a de humanos, sem a preocupação com a boca do animal.
Bignelli afirma que as diferenças entre a escova para animais e a de humanos
são o tamanho do cabo e a forma da curvatura da cabeça.
A veterinária tem curvatura para fora e a cabeça é de tamanho pequeno,
enquanto a de humanos tem curvatura para dentro e a cabeça normalmente maior, atesta o criador do acessório.

58% da população não tem acesso à escova de dentes



Eficiência de escova dental de baixo custo é comprovada em estudos da FO (Faculdade de Odontologia - USP)

Por: Júlio Bernardes

Uma escova de dentes monobloco, com cabo e cerdas numa única peça, foi desenvolvida pelo professor Pedro Bignelli, da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da USP (FORP). Os custos de produção são menores do que as escovas convencionais, o que permitiria sua distribuição em grande escala via centros de saúde e escolas.

Testes realizados por pesquisadores da Faculdade de Odontologia (FO) da USP mostraram que a escova monobloco tem eficiência e durabilidade semelhantes aos modelos tradicionais, e a versão para bebês apresentou menor índice de contaminação por bactérias que provocam cáries.

A mestranda em Odontologia, Symonne Parizotto, testou a escova monobloco em 32 crianças, de 4 a 6 anos - todas no final da dentição decídua (dentes de leite) -, de uma escola pública em Campo Grande (MS). O trabalho, orientado pela professora da FO, Célia Regina Rodrigues, verificou que os índices de remoção de placas bacterianas são quase idênticos ao das escovas tradicionais - cerca de 30% na faixa etária estudada. "A durabilidade do modelo monobloco também é semelhante", aponta Célia Regina.

A escova desenvolvida na FORP é feita de plástico injetado, com o cabo e as cerdas formando uma única peça, ao contrário das escovas comuns, que possuem cabo de plástico e cerdas de nailon. Segundo a professora Célia, cada unidade pode custar menos da metade do preço dos modelos disponíveis no mercado. "As escovas monobloco vendidas por atacado para prefeituras tem custado R$ 0,21 por unidade", relata.

A pesquisa de Symone Parizotto também observou que a quantidade de placa bacteriana removida com a escovação é praticamente a mesma quando se usa apenas escova, sem pasta. Célia Regina Rodrigues observa, entretanto, que o resultado do estudo não invalida o uso do dentifrício para escovar os dentes. "Os cremes dentais possuem flúor, elemento essencial na prevenção das cáries", diz a professora.

Bebês


O professor Pedro Bignelli também desenvolveu uma versão da escova monobloco para uso em bebês, que possui um "escudo" para impedir que o cabo vá até o fundo da boca da criança. O modelo foi testado pela pesquisadora Glenda Nahás Bergamasco, sob orientação da professora Célia Regina, e também apresentou índices de remoção da placa bacteriana semelhantes ao das escovas convencionais - 33% quando a escovação é feita pela mãe e 60% quando é realizada por dentistas.

A principal vantagem da escova monobloco para bebês, aponta Célia Regina Rodrigues, é a redução da contaminação por Estreptococos do grupo Mutans, bactérias responsáveis pelo aparecimento das cáries dentárias. Segundo a professora, os custos dos dois modelos de escova monobloco diminuem com o aumento do volume de produção. "O preço menor torna o modelo uma opção vantajosa de compra para prefeituras, que poderiam distribuir as escovas em escolas e centros de saúde", explica.

Célia Regina relata que a escova de dentes monobloco já é vendida para dentistas pela Internet. Segundo a professora, o modelo é economicamente viável para ser vendido no comércio em geral, necessitando apenas de pesquisas de mercado para verificar a aceitação do produto. "Durante as pesquisas, algumas mães não gostaram do aspecto da escova", afirma. "Somente por meio de um trabalho de orientação sobre o modelo, demonstrando a eficiência da escovação, foi possível superar a resistência inicial", observa.

Fonte:
http://www.usp.br/agen/bols/2003/rede1311.htm

Professor Dr. Pedro Bignelli

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Nascido na cidade paulista de Fernando Prestes, Pedro Bignelli mudou-se para Ribeirão Preto ainda criança, nos anos 40. Lá ele começou a trabalhar aos 9 anos, ajudando seu pai numa oficina mecânica e aos 13 já tinha sua própria oficina, em parceria com os irmãos Oswaldo e Milton. Infelizmente tanto trabalho não lhe deixava tempo para os estudos e ele teve de parar de estudar logo após terminar a 4ª série do Ensino Fundamental, com pouco menos de 11 anos. Só retornou à sala de aula aos 15 anos, quando começou um supletivo para concluir o Ensino Médio. Pensava em ser engenheiro mecânico e ao terminar o supletivo foi aprovado em vários vestibulares, mas teve de optar pelo curso que tivesse maior compatibilidade com seus horários de trabalho, pois precisava sustentar-se. Acabou optando por fazer Odontologia na Faculdade de Farmácia e Odontologia de Ribeirão Preto, que alguns anos mais tarde passaria a fazer parte da USP. Ele foi incentivado nessa escolha por um de seus clientes na oficina, o médico Amadeu Francon, que chegou a dar aulas no curso de Odontologia da FORP. Bignelli se formou em 1955 e em 1960 defendeu sua tese de doutorado.

A idéia de criar uma Escova Dental para atender a necessidade de Saúde Pública surgiu na década de 70. Nessa época pesquisas de campo realizadas pela FORP, mostravam que as Campanhas de Higiene Bucal não alcançavam sucesso, porque 58% dos escolares atendidos não tinham escova dental, consideradas de alto custo. Assim, num projeto que reuniu a FORP e a Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFRP), com ajuda do Banco do Brasil, Bignelli criou e patenteou em 1981 a Monobloc (a escova tem as hastilhas - que substituem as cerdas - feitas do mesmo material do cabo), que foi produzida e distribuída para escolares da rede municipal de ensino. "A Monobloc é uma escova dental que por seu tamanho e características serve bem para crianças e adolescentes e que na época de sua criação custava 15% do preço médio das escovas dentais convencionais", explica o pesquisador.

Em 1988, em um projeto coordenado pelo Professor Doutor Pedro Bignelli da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e financiado pelo Fundo de Incentivos à Pesquisa Técnico-Científica do Banco do Brasil foi desenvolvida a escova Monobloco® constituída por um único material plástico, o polietileno de baixa densidade, de cabo sextavado, atóxico e que, em substituição às convencionais cerdas de nylon, apresenta 166 hastilhas dispostas aos pares e separadas por espaços estreitos e com um custo de mercado aproximadamente cinco vezes menor à da escova convencional. Como professor da USP, foi obrigado a ceder metade da autoria para a universidade (o único caminho possível para a obter a patente era por meio do GADI - Grupo de Assistência ao Desenvolvimento de Inventos). Seis anos depois, em 1987, para conseguir um financiamento e continuar as pesquisas, cedeu metade da sua metade para a Fundação Banco do Brasil, que entrou também como co-autora na patente de uma versão modificada da escova. "Hoje, eu, o inventor, estou com 25% e daqui a pouco, se descuidar, me empurram para fora", brinca Pedro Bignelli. Ainda segundo o inventor: "resolver problemas, inventar e patentear não é muito difícil, apesar dos pequenos recursos. Difícil mesmo é produzir e comercializar os bens inventados sem ajuda maior".

Seu trabalho na área de odontologia social levou-o à Apae-SP (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo), onde tomou conhecimento dos problemas que as crianças especiais tinham com as escovas convencionais. "Elas se machucavam com o cabo muito duro e tinham dificuldades para segurá-las", lembra. Tendo em mente que "crianças especiais merecem escovas especiais", ele desenvolveu a Monobloc 803, mais macia e não menos eficiente. Mais tarde Bignelli criou e patenteou a Escova Dental Científica, indicada para adultos e que, segundo pesquisas realizadas na própria FORP e na FO de Bauru, também da USP, se mostrou tão eficaz como as escovas convencionais, porém menos agressivas a gengiva e dentes, além de ser de difícil contaminação.

A preocupação do pesquisador foi sempre a de adequar o material de acordo com as peculiaridades de cada fase do ser humano. Por isso faz parte das invenções de Bignelli a criação de um dispositivo higienizador da cavidade bucal do recém-nascido, que leva o nome de Gengbaby. Esse é um instrumento esterilizado e descartável que substitui o uso de gaze enrolada no dedo, ou ponta de fralda para limpar a boca do bebê. Tem o cabo relativamente flexível, com material e forma especiais para o desempenho do instrumento, cujos protótipos mostraram também serem úteis para aplicação de medicação e como coletor de material para análise laboratorial. Segundo Bignelli, o Gengbaby pode ser apresentado em três tamanhos, o pequeno, o médio e o senior, este destinado a higienizar a boca de adultos desdentados e impossibilitados de ação motora, assim como, de pacientes hospitalizados em estado de coma. A Escova Dental Científica Baby foi especialmente desenvolvida para bebês de 5 até 30 meses. Seguindo a mesma linha da Monobloco, criada por Bignelli na década de 70, essa escova já é bastante usada nos consultórios odontológicos, convênios e projetos de Saúde de Prefeituras Municipais. Para a segunda infância foi criada a Monobloc Júnior, cujo desenvolvimento está em fase de conclusão. Essa é a Monobloco indicada para a idade escolar.

A escova monobloco para uso em bebês possui um "escudo" para impedir que o cabo vá até o fundo da boca da criança. O modelo foi testado pela pesquisadora Glenda Nahás Bergamasco, sob orientação da professora Célia Regina, e também apresentou índices de remoção da placa bacteriana semelhantes ao das escovas convencionais - 33% quando a escovação é feita pela mãe e 60% quando é realizada por dentistas. A principal vantagem da escova monobloco para bebês, aponta Célia Regina Rodrigues, é a redução da contaminação por Estreptococos do grupo Mutans, bactérias responsáveis pelo aparecimento das cáries dentárias. Segundo a professora, os custos dos dois modelos de escova monobloco diminuem com o aumento do volume de produção. "O preço menor torna o modelo uma opção vantajosa de compra para prefeituras, que poderiam distribuir as escovas em escolas e centros de saúde", explica. Célia Regina relata que a escova de dentes monobloco já é vendida para dentistas pela Internet. Segundo a professora, o modelo é economicamente viável para ser vendido no comércio em geral, necessitando apenas de pesquisas de mercado para verificar a aceitação do produto. "Durante as pesquisas, algumas mães não gostaram do aspecto da escova", afirma. "Somente por meio de um trabalho de orientação sobre o modelo, demonstrando a eficiência da escovação, foi possível superar a resistência inicial", observa.

O prof. Pedro Bignelli, da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP), se preocupou também com os animais inventando uma escova de dentes para cães e gatos. A invenção, denominada "Bocão", é a primeira escova brasileira de uso específico para veterinária, conta Bignelli, acrescentando que as diferenças entre a escova para animais e a de humanos são o tamanho do cabo e a forma e curvatura da cabeça. A veterinária tem a curvatura da cabeça para fora e essa é de tamanho pequeno, enquanto a de humanos a curvatura é para dentro e a cabeça normalmente é maior. Bignelli conta ainda que nos Estados Unidos existe uma escova veterinária, mas muito parecida com a de humanos, sem a preocupação de ajustes para a boca do animal. Em Paris o professor também encontrou escovas dentais de humanos improvisadas para uso animal.


Fonte: http://www.pcarp.usp.br/acsi/anterior/734/mat4.htm
http://www.odontologiainfantil.8m.com/publicacoesa26.htm
acesso em abril de 2002
http://www.usp.br/espacoaberto/arquivo/2001/espaco14nov/0perfil.htm
acesso em outubro de 2002
http://www.usp.br/agenciausp/bols/pags/atual.htm