
Dificilmente escovas específicas para bebês são encontradas no mercado. Assim mesmo, quando melhor observada, a maioria, apesar dos cuidados de fabricação e boa intenção no propósito, não vão além de pequenas variações das escovas infantis.
A escova do bebê agora criada é inteiramente nova no formato, desempenho e segurança. Foi desenvolvida sob forte embasamento científico. Nova, eficiente e acima de tudo SEGURA.

A parte ativa, aquela que vai na boca (é a parte mais importante de uma escova), contém as maiores inovações. Foi inteiramente criada com base em estudos craniométicos (anatomia), onde as dimensões da "cabeça da escova" (ou melhor, parte ativa) atendem às medidas de profundidade da cavidade bucal do bebê (recém-nascido) até idade estabelecida evitando e impedindo "acidentais e perigosas introduções do instrumento".
O material utilizado, é polímero atóxico, de extrema suavidade, e flexibilidade, tal como exige a delicada mucosa da boquinha do bebê. As hastilhas (substitutas das, algumas vezes, duras cerdas de nylon) são verdadeiras pirâmides triangulares que massageiam e proporcionam "limpeza extra" sem exigir o desconfortável aumento no rigor (atrito) da escovação. Além de macias e flexíveis existem ainda profundas inovações em outros detalhes, como um dispositivo de SEGURANÇA, o LIMITADOR de profundidade.

Isto tranqüiliza o operador (mãe ou babá), afastando o receio de uma introdução exagerada do instrumento de limpeza na garganta do bebê, o que poderia ser desastroso.
A Científica Baby exibe também - colo flexível (porção do instrumento que fica entre o cabo e a parte ativa) e que funciona como "amortecedor "da força exagerada na escovação. Cabo com suave textura no dorso; em cores cítricas e fluorescentes são bastante atraentes.
Tratando-se de um instrumento de higiene bucal do bebê onde tudo precisa ser muito "limpo e antigerme", foi optado, na produção da Científica Baby, o revolucionário processo de fabricação em monobloco (uma única peça sem emendas) porque em trabalho de pesquisa científica sobre "contaminação de escovas dentais", foi aquele que se mostrou seguramente " antigerme". Entretanto, convém observar que a Científica Baby não poderá ser fervida ou escaldada. Apenas bem lavadas secas e guardadas em lugar arejado, as escovas poderão ser esterilizadas em soluções químicas, conforme indicação do médico pediatra.
O bebê de mais ou menos quatro meses, apesar de não ter dentinhos, já deverá estar se familiarizando com a higiene bucal, vendo os pais executarem a escovação diária. Se a gengiva do bebê for tocada com a escovação, estará sendo iniciado no bebê, o esperado hábito de higiene bucal, segundo especialistas na área de psicologia. Com base em tais informações, criamos a dupla de escovinhas. A menor é para o bebê "fazer sua higiene bucal" e a de cabo maior é para mamãe "corrigir a escovação". A, técnica completa do uso correto da Científica Baby é resumidamente o que segue:
1º Fase - Mamãe, quando for escovar seus dentes faça-o de maneira que o seu bebê veja. Isto servirá de exemplo para ele. Ao enxaguar a boca faça-o com bastante evidência. Seu bebê estará aprendendo...
2º Fase - Ao Escovar novamente seus dentes, dê ao bebê a escova Científica Baby (cabo menor - sem dentifrício). Escove normalmente seus dentes. Deixe seu Bebê imitá-la realizando sua higiene bucal".
3º Fase - Corrija a "escovação" realizada pelo bebê utilizando para isso a Científica Baby (cabo longo), higienizando cuidadosamente tudo o que for possível tocar - Gengiva, língua e dentinhos (se tiver). Não tem perigo algum pois a escova é extremamente suave.
Segurança - as escovas Científica Baby possuem um limitador de profundidade que impede a introdução excessiva da escova na boca do bebê. Com o aparecimento dos primeiros dentinhos, obrigatoriamente deve ser realizada pelo menos uma vez por dia, a escovação cuidadosa dos mesmos. Finalmente, espera-se como benefício, além da higiene bucal do bebê, a criação de um hábito de higiene bucal, o mais cedo possível. Evitando cenas como estas que, todos os pais conhecem.
Escova Baby II:

Pesquisa realizada na Universidade de São Paulo - Faculdade de Ciências Farmacêuticas e Faculdade de Odontologia (Ribeirão Preto)

